quinta-feira, 12 de março de 2026

casamento

Um beijo roubado com sabor de menta
Foi chegando de mansinho como quem esconde a sede de meses de espera.
De palavras cheias de promessas na tela de um computador 
Mas não foi assim que tudo começou 
Na verdade nosso amor começou no instante que tu sentiu minha falta entre teus braços na noite fria, meus cabelos entrelaçando nos teus dedos. Começou quando tu sentiu o vazio de não ter para quem contar o teu dia quando chegava em casa, quando tua voz calava sem dizer o meu nome... 
Nosso amor começou talvez antes mesmo de eu ter nascido, quando nem sabias o quanto podias e serias loucamente amado por mim. E eu me pergunto quando comecei a te amar, a desejar que ficasse todos os dias em minha vida e não sei te dizer. É como um fio invisível, uma vontade latente de usufruir da tua presença que sempre esteve aqui, dentro de mim. Inexplicávelmente, te amo, por mais 20 anos, para sempre, meu amor.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

aniversário

Poucas pessoas entendem a alegria que sinto quando faço aniversário. É uma empolgação misturada com egoísmo de uma data só minha como se eu fosse rainha de um reino qualquer e nesse dia todos me adorassem.  Mas é uma mistura de tudo isso com o sentimento mágico de sentire-se especial, amada, querida, desejada. E eu fui uma criança muito desejada e meu nascimento celebrado com carinho pelo hiato de 16 anos que uma criança não nascia na nossa família.
Desde o primeiro abrir dos olhos no dia do meu aniversário até o fechar no final meus dias eram doces, especiais. Minha dinda e meu dindo principalmente foram responsáveis pelos momentos mais felizes que vivi, depois claro, dos meus avós, da vó bisa com o bolo de brigadeiro com mumu que ninguém conseguiu replicar a receita. 
Amanhã faço 41 anos e sinto que levo comigo essa magia apesar dos figurantes não estarem mais fisicamente comigo, eu sei que me parabenizam de onde estiverem. 

sábado, 3 de janeiro de 2026

ciclos

O ser humano precisa de ciclos. É ingênuo pensar que tanto faz passar a virada de um ano após o outro como uma criança birrenta que não vê sentido em nada. A vida é feita de ciclos, a humanidade também. Foi preciso que fosse inventado um sistema de contagem do tempo e ter ele de tal forma introjetado em nós, para depois no darmos conta que afinal o tempo é uma ilusão. Mas antes de ilusão ele teve de ser bem concreto. 
Precisamos sentir as mudanças através do tempo, no corpo, nas emoções, no trabalho feito, no ano escolar cumprido. Fim e recomeço fazem parte do mesmo caminho, que nos convida ao crescimento, ao ano novo de um passo de cada vez.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2025

amiga

Te busco sempre que vejo uma mulher de cabelos grisalhos descendo pelos ombros, esbelta e alta como tu. É como se esbarrasse em ti por aí, nas vielas da vida, meio por acaso. Solto um sorriso tímido de será que eu chego perto e peço um abraço? Como se tu fosse uma diva, sei que tu seria daquelas que humilde não se importaria nada da minha intromissão. É uma ânsia de te ter palpável amiga, pode ver e tocar: e lembrar! Imagino teu sorriso, teu perfume. As tuas roupas, a tua voz doce. Sinto tua presença sutil, mas como criança que sou, preciso apalpar com os meus olhos, tudo. Quem sabe um dia amiga nossa amizade que é deveras diferente, seja simples como um cruzar de olhar onde eu possa amansar toda essa saudade de ti.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

querubins

Essa manhã te vi passar e pensei estar sonhando com os anjos
Pois o teu corpo é poesia para os meus olhos
Teu bumbum é tão lindo que até aos querubins de Miquelangelo faz inveja

segunda-feira, 24 de novembro de 2025

fios e tubos

Como que a pessoa fica parecendo um manequim em meio a fios e tubos saindo pela boca, onde antes saiam palavram e risos, agora só o som incessante do bip de aparelhos que mantém a vida. E a vida? Parece que já foi, que aquilo que resta é apenas uma coisa, um invólucro sem serventia. E o tempo agora se arrasta, me vem uma agonia, a pessoa morre/não morre, mas a gente sabe que vai morrer. Mas demora. Porque  até pra morrer é um parto? Vem um monte de pensamentos, desde os mais piedosos até o "tomara que não morra no final de semana". Tenho pena, rezo. Mexe comigo, ainda que seja um afeto distante, desejo que vá em paz, mas que não demore.

terça-feira, 4 de novembro de 2025

monstro

Quantos cômodos tem a casa, quantas casas dessas tem? Que labirinto se forma na tua cabeça que não conseguimos desbravar, vó?
Que monstro é esse que devora memórias? Que tem fome de um bocadinho a mais de ti todos os dias? E a impaciência de te ver ir embora, se apagango aos poucos? Frustração, raiva de não ser capaz de ver além do monstro da insanidade. *estou ficando louca também? Afinal o monstro devora com seus tentáculos quem se aproximar.
Somos náufragos à deriva, em busca de um raio de lucidez nos teus olhos anuviados. E quando encontramos é como se por segundos o tempo parasse e tudo voltasse como era antes, e eu voltasse a ser amada e te amar muito. Tudo como devia ser para sempre, o nosso final feliz.

quarta-feira, 1 de outubro de 2025

gol

Não te vi marcar teus gols bonitos, teus dribles com as pernas fortes e ligeiras. Não vi tua cabeleira farta a balançar com o vento, nem teus olhos puxados me seguindo por onde quer que eu fosse. Não cheguei a tempo de te ver na primavera da vida, mas te vi menino em um sorriso, em um olhar. Como as flores que teimam em florir mesmo castigadas pelo tempo frio. Tu estás lá e vez por outra deixas esse rapaz brincar mais uma partida com o meu coração.

segunda-feira, 29 de setembro de 2025

Andas tropeçando nos móveis e nas lembranças empoeiradas que vez por outra pipocam acima te arrancando sorrisos
Tenho saudades de nós, vó, de quando éramos avó e neta na saída da escola comendo churros, na praia em pleno inverno, teu pão batido perfumando a cozinha. Não tenho muitas lembranças das conversas, mas eu gostava da tua companhia. Era segurança sem as aparreações da maternidade. Agora sinto que essa vó não existe mais, morreu ou está bem escondida atrás dos olhos vazios. Às vezes sinto-me cuidadora e tu minha paciente, às vezes eu mãe e tu minha filha. Ninguém te prepara para cuidar de um filho grande, de trocar fraldas, lidar com birras. Tem gente que diz que o idoso não deve ser tratado como criança, que tem passado, caminhada longa. Eu acho que se há coisas que regridem, é a mente. Principalmente quando ela mente para ti que não estás em casa, que te mudaste. Anda tudo bagunçado aqui dentro. Vai ver é o temos em comum, vó.
Sinto que agora és como a lagarta gorda e desajeitada que se arrasta penosamente em busca do casulo. Quando tudo isso acabar serás linda borboleta, estarás livre das limitações do mundo e quem sabe voltarás a ser a minha amada vó.

segunda-feira, 1 de setembro de 2025

Te amo muito sabiá?
Bem-te-vi hoje passando por mim de manhã 
Quero-quero muito tu  aqui comigo.
Mesmo que meu coração faça um tico-tico cada vez que te vê.



domingo, 31 de agosto de 2025

19 anos

Sou assim, faço voltas, quero explicar o que sinto e pra ti não faz a menor diferença. O amor é um despretensioso abraço, um beijo singelo no meio da testa depois de um dia esbaforido. É fazer panquecas doces numa tarde chuvosa, é escutar as minhas músicas junto comigo que eu sei que tu não gosta. O nosso amor é peculiar, já nasceu com trinta anos de diferença, uma coisa só nossa, que só a gente consegue entender. E eu tento estender as palavras num varal uma do ladinho da outra esperando que faça sentido aí fora como faz tu aqui dentro. Mas não dá. Elas voam como pardais.
Teu amor me traz de volta seguindo o som da tua voz , teu amor é assim faceiro e ingênuo, como o vôo de um passarinho.

domingo, 3 de agosto de 2025

Para ele

Tu é a minha casa
lugar pra onde sempre quero voltar
Quando os dias são longos e o mundo, mesquinho,
é para ti que me viro em desalinho
porque sei que dos teus braços nasce um ninho
E sou pequena, a tua nyninha...
Criança tola a bailar pela vida
ralando os joelhos pelo caminho
Eu sei que tu está sempre perto de mim
Minha casa, meu lar nesse mundo

Domingo

Será que eu cheguei tarde demais?
Naquele lugar recortado no tempo
Tu sorrias: como era bonito teu sorriso, bem emoldurado por fartas bochechas!
Vinny, meu companheiro de brincadeiras,
Agora não sorris mais...
Alguém costurou e prendeu o teu riso
E eu fiquei pensando em todo esse hiato que vivemos até chegarmos aqui 
Trinta anos depois quem eras tu, meu amigo?
Que tipo de homem de tornaste, que sonhos te roubavam os pensamentos? Odiavas os mesmos políticos que eu? E mais, lembrarias ainda mim? Aquela menina de franja e dentes tortos?
Sei que ainda posso te encontrar em alguma esquina da vida portando aquele inconfundível sorriso.
Até logo, Vinny!

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2025

teus 70

É verdade que os teus olhos já não enxergam mais como antes
Deve ser para não veres que minhas curvas antes sinuosas, se encontram domadas e previsíveis quando enches as tuas mãos delas
É também verdade que as tuas pernas já não me acompanham mais, pelo menos não sem chiar. mas foram bonitos os caminhos por onde andamos de mãos dadas, um filho , uma coelha, um gato e dois cachorros. Vida. Pulsa vida pela tua voz rouca cada vez que me chama Nyninha. E é doce até quando a contrariedade transpassa meu nome. Te amo com sede, de toda a vida que ainda existe em ti, tal como a figueira frondosa, és tu, abundante na minha vida. Parabéns meu amor.

terça-feira, 29 de junho de 2021

Carcassonne

Bipolar life

Esquecer os remédios, brigar com eles porque não fazem o efeito necessário, brigar com a voz, digo com o Jacques. Engordar... emagrecer...engordar de novo por conta da ansiedade. Entrar em grupos de bipolares e achar tudo muito chato e depois útil porque em algum momento alguém já passou por isso e vai te entender. Descobrir que irrita a incompreensão dos outros, a ignorância talvez... Mas ao mesmo tempo encontrar dentro de si uma força em que mesmo muito mal é possível ajudar alguém em pior estado. E uma compaixão que eu nunca imaginei sequer sentir pelas pessoas portadoras de deficiências mentais.
Descobrir que ainda estou muito frágil e que quando alguém se desespera ao meu lado e grita, eu tremo toda feito vara verde de nervoso. Nisto foi bom ter voltado pra casa. Mas eu ainda não me sinto em casa, dentro de mim. É como se eu fosse uma visita dentro do meu corpo sem jeito nenhum para exercer controle sobre ele. 
Bipolar, este diagnóstico ainda matuta nos meus pensamentos. É para a vida toda, esses remédios que o psiquiatra ainda não encontrou a fórmula certa para me fazer "normal".

terça-feira, 22 de junho de 2021

Eles


Olhou para os pixels que formavam de muito muito perto o par de olhos azuis que a encaravam. Por mais que aumentasse o zoom no telefone daquela fotografia guardada, escondida, não era capaz de decifrá-los. Continuavam a encará-la desta vez de longe, contornos definidos em incerteza. Desceu para a boca emoldurada por uma barba castanho-dourada e macia (ainda podia lembrar do toque gentil e das cócegas quando roçou de leve os seus lábios). A boca cerrada com as palavras que ela inutilmente tentou lhe arrancar, os cabelos que começavam a subir formando tímidos caracóis que ele não iria permitir por muito tempo. Lembrou dos dedos grossos quando estes se fecharam em sua cintura com força, dos braços que a ergueram um metro do chão quando enfim suas pernas o abraçaram. Os beijos úmidos descendo pelo pescoço, seus gemidos sufocados pelo medo de ser descoberta. Lá embaixo eles dançavam, encaixavam o que não conseguiam com o resto; lá embaixo ele falava e ela o engolia, angústia e tudo... prazer, culpa e dor de uma vez só. 

Durava pouco os segundos em que suas respirações sincronizavam, em que esqueciam do quanto eram diferentes e do mundo que o
s separava. A idade, o casamento dela, o medo disfarçado em insolência dele. Contraiam-se como se seus corações estivessem entre suas pernas e ela tinha a sensação de que batiam um para o outro para que não morressem, movimento involuntário que ia perdendo as forças à medida em que os dedos dele a abandonavam e na forma relutante em que ela se desfazia do seu esperma no banho. Ela já sabe que iriam resistir e mentir para si mesmos que não aconteceria de novo, por semanas talvez, até ficarem tão exaustos que a única coisa que lhes restava era se entrelaçarem como animais no cio na cama dela outra vez. 

Seu nome era um mantra dentro de sua cabeça. Ela ouvia repetidas vezes: Jacques, Jacques, Jacques… em seus sonhos ele não tinha uma face. Era qualquer coisa de embaçado, misturado com o cheiro de amaciante de sua roupa. Não havia jamais sentido seu cheiro de homem, apenas o odor de flores em torno de seu dorso forte. Ela se perguntava como podia lembrar de tantos detalhes quando sonhava mas jamais de sua face, de seus beijos ou de sua voz tímida. Ele se lembrava de seu nome? Ele a teria em seus contatos de telefone ou apenas seria mais uma em sua lista de amigos no snapchat? Mordeu o lábio seco de resquícios de batom vermelho. Era hora de levantar. Abriu os olhos devagar. Esfregou-os certa de que os borrava de rímel. Não havia se desmaquiado antes de dormir. O marido ressonava ao lado. Barriga para cima, subindo e descendo como uma gangorra. Olhou sua silhueta no escuro. Ele não tinha culpa de nada, tampouco ela. Se o amor acabava um dia, era porque os dois se abandonaram dessincronizados em plena tempestade. Mas devia sentir culpa, Paulo sempre fora amoroso, gentil até ao ponto de mimá-la como uma criança. Vai ver foi esse seu erro. Cuidar demais. Amar depois. Paulo não podia ter filhos, nem sequer era o seu sonho, mas esteve ao seu lado quando ao ouvir a notícia se sentira menos homem. Tentaram por anos, três, quatro, até resolverem procurar ajuda. Ela desistiu mal, demorou a engolir que seriam apenas dois. Não que pensasse que ser mãe a completaria de alguma forma, mas era a sensação de haver qualquer que faltava que a angustiava. Aos poucos cessaram as perguntas sobre filhos e ela deixou de ir à sessão infantil para olhar as roupas minúsculas de recém nascido. Paulo engoliu em seco os vários meses em que ela lhe foi bruta nas respostas e nos gestos. Pensou em separar e não lhe passava qualquer ideia de adoção pela mente. 

Continua...

Segunda Internaçao

 Ele nao viu os remedios que ela engolira. Nem ela havia contado mas era qualquer coisa perto de cem. Era para ter feito uma lavagem intestinal, mas ela queria morrer. Quietinha. Deitou-se na cama e esperou dormir. Nao dormiu. Era meio dia, desceu tastaveando as escadas para almoçar. Tinha que fingir enquanto o filho estava em casa. Depois deitou, tentou dormir mas nao tinha sono. Pensou a noite que esse era seu ultimo dia. Chorou, pediu perdao à bisavo a quem ela se agarrava nos momentos de desespero. De certeza a bisa via tudo de onde estava, sabia o quanto era dificil seus dias, que ela nao era louca e que de fato existia um homem com ela que a perturbava a todo momento, tomando seu corpo, sua voz, a impedindo de pensar direito. Por toda sua vida esse homem estivera la, mas depois de 2017 cada dia era uma tortura. Depois que ela descobriu que ele existia.  Jacques dizia se chamar. Nao sabe como mas no outro dia tirando a enorme tristeza ela ainda guardava sua vida. Sem qualquer sequela ela levantou da cama, abriu a cortina e calçou os chinelos. Fora sua primeira tentativa de suicidio e tudo parecia normal como se nada tivesse acontecido. Dizem que os milagres sao assim, silenciosos.

Apaixonada pour um homem feio de voz inesquecivel

Nascido em 78 no mesmo dia do meu marido, o que torna as coisas um tanto interessantes, quem é este homem que pela primeira vez me faz molhar calcinha quando fala "Arthur fuking Shelby"? Paul Anderson, dono de olhos azuis expressivos, uma face estreita e um grande e torto nariz a moda Vincent Cassel. Mas o seu talento advém principalmente de uma voz rouca marinada em pelo menos trinta anos de cigarro. Ou nao, pois o homem é todo natureba e nada macho como os seus personagens o fazem parecer. Se é que algum dia Paul foi fumante so tenho a agradecer esse pequeno souvenir. 
A beleza nunca foi tão relativa para mim depois dele, como se fora um divisor de aguas em meu filtro "ô là em casa" ou seria a passada dos meus trinta e poucos para os quase quarenta? Ta bem, estou sendo lamechas, tenho 36. Mas é verdade que agora aqueles super über models de rosto quadrado, loiros, olhos azuis, peitoral de salva vidas e meia nas sungas brancas, nao fazem mais o meu gênero, ao menos nao laaa embaixo. 
Uma voz rouca e é tudo que preciso para me interessar. Fiz uma lista de filmes em que ele aparece depois de maratonar o seriado Peaky Blinders, so para ve-lo, ou melhor escuta-lo.  E finalmente entendo o gosto das minhas amigas por caras aleatorios que de bonitos padrao nao tinham nada. 
Fico imaginando cenas em que ele sentado a beber me vê passar, vestido pelos joelhos e cintura fina, me acompanha com o olhar para so então me agarrar pelo braço e sussurrar meu nome no ouvido com a voz pastosa pela cerveja. Eu atirada em seus braços finos, totalmente embriagada pela sua voz, mergulho em um beijo de lingua sentindo roçar seu bigode em meu queixo. Eu detestava homem de barba, eu nem olhava para tipos de homem com menos de 1.80, eu que nao ligava para sujeitos assimétricos...eu...eu...que estou so agora saindo de historias de contos de principes e entrando no mundo real. Obrigada Paul.




segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Ha coisas que me ultrapassam

Adesivos na cara dos bebês. A internet tem varias coisas bizarras, é verdade, mas quase nada supera as pessoas com síndrome de Michael Jackson. Ai são eles a por fotos dos pés, das costas, chegam até a cortar cabeças. Para passado alguns anos estamparem a cara da criança em toda a sua exuberância (ou não porque também há crianças feias). Perguntas que eu faço:
  •  o medo era sequestrarem o bebê, agora que cresceu já não o vão querer mais? Comércio de órgãos ta ai, não se animem... 
  • a criança era estilo Benjamin Button? 
  • afinal ja não são mais milionários?
Acho engraçado quando vem com aquele discurso de não exporem porque ele ainda não deu o seu consentimento, direito de imagem e etc. Pfff... tudo isso para mais tarde andarem a mandar nudes a desconhecidos.