quinta-feira, 4 de julho de 2013

Me tira do sério

Aqui.


Porque este privilégio é para pouquissímas? Tenho a impressão  que só as magras de ruim conseguem este feito, uma mulher de peso normal (ou seja nem magra nem gorda), talvez demore praí de três a quatro meses a retornar ao seu corpo. Embora a flacidez muscular do abdomen permaneça durante mais alguns meses. Pior que isto só a cantora Cláudia Leite que saiu da maternidade com a barriga tanquinho como se nem tivesse estado grávida. Sério, nem um leve inchaço a dita teve. Isto é coisa para me fazer soltar imprompérios!!! 
Faz-me pensar em uma cena (se acreditasse na Bíblia): Deus criou as mulheres. Davam-se todas muito bem. Depois Deus coçou bem a barbicha, estendeu o indicador...e criou as magras. Pronto, nasceu a inveja feminina!


Gostaria que tu tivesses êxito amigo

Ao ter procurado no google e ter dado com os costados aqui no blog:
"relato verídicos (sic) de quem ganhou o euromilhões"
Infelizmente te enganaste, aqui somos pobres de marré marré marré.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

ODEIO anos 80!



Principalmente quando se acorda com esta música na cabeça e a tenebrosa imagem de bem...senhoras muito avantajadas a dançar com guarda chuvas: It's raining men, Aleluia!


Porque meu Deus, porque???

Vender a alma

Para quando um workshop  ministrado pelos políticos suecos?

É muita ingenuidade pensar que quem está no poder não precisou para chegar lá pisar no seu orgulho, na sua sensatez, isto considerando que a pessoa em causa tivesse alguma. Não quero defender os políticos, mas quem quiser olhar atentamente para a transformação que passam nossos representantes vai entender. De repente lida-se com milhares de reais nas mãos, tem-se imensos privilégios, desde auxílio alimentação, transporte, alojamento, etc. Como se não bastasse receber mais de vinte mil reais por mês para trabalhar três dias por semana. Mas vá, digamos que o João do Bairro seja honesto, seja um cara que quer realmente mudar a realidade dos brasileiros, principalmente se estes brasileiros são pobres como ele. O João é eleito e de repente começa a entender como funciona a política. É favorzinho para cá, favorzinho para lá. Se quiser realmente que o seu projeto avance, tem de ter aliados e isto às vezes significa ir vendendo sua índole aos poucos. Quem tenta andar na linha, tem sua vida vasculhada, o menor delito descoberto e usado como modo de calar a boca. Porque francamente, todo mundo tem rabo preso em qualquer setor da vida. Aí o João vai se acabrunhando e tem uma encruzilhada à frente: ou dança conforme a música ou sai da política. Simples assim. E infelizmente isto tem criado a consciência eleitoral de votar no menos pior, na esperança de que este mesmo que venda sua alma a saldos, faça alguma coisa por quem está aqui embaixo. 

terça-feira, 2 de julho de 2013

Gaúcho: o povo mais europeu do Brasil

É um fato, se percorrermos este país de cabo a rabo vamos encontrar muitas diferenças, mas nenhuma supera o abismo que há entre o Brasil e o "país de baixo". Não, não quero ser bairrista, mas a verdade é que o clima frio deixa as pessoas mais sisudas, formais. Estava falando com a mãe de uma colega do Fabian, quando percebi a sua pronúncia acentuada. Perguntei: é do nordeste? E ela disse que sim, era da Bahia. Pusemo-nos a falar da sua adaptação nestes oito anos que mora nas terras gaudérias (gaudérias com U, aqui isto não quer dizer puta, estamos entendidos?). O sorriso que agora trazia denunciava o desespero que foram os primeiros tempos. Quer dizer, para quem nunca passou por isto é realmente imperceptível, mas eu sei do que ela falava. A leveza com que o baiano leva a vida, o seu modo informal e carinhoso de tratar as pessoas, eu mesma vi quando passei o carnaval lá, já lá vão alguns anos. Ela descreveu-se a entrar em um consultório a sorrir e penguntar se poderia falar com o médico (é representante de remédio), falou-me da frieza das secretárias, da secura das nossas gentes. E não me ofendo. Apesar das pessoas serem educadas, nunca chamarão de minha linda, de meu nego em um local de trabalho. E isto não quer dizer que estamos certos e eles errados, é apenas uma questão cultural. Falei para ela do quanto foi difícil minha adaptação em Portugal, do quanto chorei por me sentir extremamente só naqueles dias. Da secura das pessoas que me agredia quase me fazendo crer que era eu o problema de seu mau humor. Imagino o abismo que sentiria ela no meu lugar. Sorrimos cúmplices, entre mortos e feridos salvaram-se todos. Quando digo que nos acostumamos com tudo nesta vida, é verdade, passamos a respeitar e entender o diferente. O caminho que leva a isto varia, mas geralmente faz-se longo e só. 
Somos o que mais próximo há de europeu no Brasil. Acolhemos alemães, portugueses, italianos, japoneses, ucranianos, espanhóis, etc. E talvez neste caldeirão todo há ainda uma certa geada que demora a derreter. Nosso sorriso não é tão fácil, nossas amizades não são tão rápidas, nossa casa não está tão rapidamente aberta como está talvez a de um baiano que sequer a fecha. Mas uma coisa é certa: quando nos conquistam,   tem amigos para a vida toda. 

O que a seca faz com as pessoas

Eu: leio motel de tv ao invés de móvel de tv na nossa planilha.
Marido: Estou com uma música na cabeça... "fui convidado pra uma tal de suruba, não pude ir Maria foi no meu lugar".

Status do dia

"Nem vem de garfo que hoje é dia de sopa."

Daqui.